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Por que não o Arruda?

09/08/2009

Por Thiago de Araújo

O Santa Cruz, como é de conhecimento de todos, agora há pouco foi eliminado da disputa da Série D de 2009 e ficará até janeiro do ano próximo sem mandar jogos oficiais no seu estádio. Alheio a uma análise do fracasso tricolor e sem querer entrar no mérito de se o Santa Cruz merece ou não essa situação, pensei nos últimos minutos em uma possibilidade que pode ser bastante frutífera para o Náutico: mandar os seus jogos no Arruda durante o restante do Campeonato Brasileiro.

São vários os pontos positivos que uma mudança de mando de campo para o Náutico promoveria. A consequência imediata seria o aumento de renda para o clube, ocasionada pelo simples fato de que se passaria a jogar em um estádio com uma capacidade muito maior. Os Aflitos, embora carreguem toda uma história de tradição, alegrias e tristezas e signifique muita coisa para a torcida Timbu, é muito pequeno para a torcida alvirrubra.

No Arruda, um estádio em que cabem com folga 50 mil torcedores, a possibilidade de pressionar o adversário e lucrar mais com jogos importantes, contra clubes como Cruzeiro, Internacional, Palmeiras etc., é muito maior. A acústica do estádio também é melhor, o que deixa a torcida, de certa forma, mais vibrante e empolgada. Prova disso foram os dois jogos da Série A de 2008, ocorridos no Arruda, enquanto houve a interdição dos Aflitos, em que o público, nas duas oportunidades, ultrapassou as 20 mil pessoas. Ressalte-se que ambos os jogos ocorreram no turno da noite – se fossem à tarde, seria certamente ainda maior esse montate.

Outro fator a ser levado em conta é o gramado, que é de excelente qualidade. Ora, se o Náutico joga o restante dos jogos em casa em um gramado favorável, as chances de um melhor aproveitamento como mandante aumentam. É bem verdade que clubes mais qualificados terão possibilidade de jogar melhor contra o Timbu; ocorre que, caso continuemos com os Aflitos, esses clubes jogarão apenas uma vez no fraco gramado do Eládio, ao passo que nós jogaremos 19 dos 38 jogos do campeonato no respectivo estádio. A diferença de 19 jogos para 1 jogo é, sem dúvidas, bastante relevante.

Aliado a tudo isso, considere-se a possibilidade de melhor acomodar a imprensa, o que contribui para ao menos não desgastar ainda mais a imagem do clube diante dos jornalistas do eixo Sul-Sudeste; a melhor iluminação do Arruda, com refletores muito mais potentes que o dos Aflitos; o melhor acesso ao estádio, que no Eládio é feito através da estreitíssima Rosa e Silva; a existência de um gramado, no Centro de Treinamento Wilson Campos, completamente idêntico ao gramado do Santa Cruz (inclusive trabalhado pela mesma empresa, a GreenLeaf), o que fará que os jogadores alvirrubros joguem em um campo ao qual estão plenamente acostumados.

Por fim, há de se levar em conta que uma mudança provisória de estádio possivelmente faria voltar a frequentar os jogos alguns torcedores que “caíram na rotina” dos jogos nos Aflitos. Uma mudança de ares é importante, pois foge ao costumeiro, ao tradicional. No jogo em Caruaru, entre Náutico e Santo André, por exemplo, contou-se com a presença de muitos alvirrubros que há tempos não iam para os Aflitos, mas fizeram o longo trajeto rumo ao Lacerdão em razão de este ser um programa diferente, fora do comum.

Enfim, por todos os motivos citados, acredito ser muito viável jogar no Arruda pelo restante da Série A. O estádio do Santa Cruz não pode ficar parado por tanto tempo e o custo para alugá-lo não seria tão alto, tendo em vista que o Santa precisa muito de dinheiro, principalmente neste momento de eterna crise, e não recusaria, sem dúvidas, uma proposta alvirrubra neste sentido, que ajudaria a sanar algumas despesas do Tricolor. Fica a sugestão à diretoria Timbu e novamente a lembrança de que jogar no Arruda geralmente tem dado certo para o Náutico.

Começa hoje a “Era Geninho”

16/07/2009

Por Glauber Vasconcelos Neto

Planejamento. Palavra comprida, mas de significado simples. É uma ferramenta administrativa, que possibilita perceber a realidade, avaliar os caminhos, construir um referencial futuro, estruturando o trâmite adequado e reavaliar todo o processo a que o planejamento se destina. Entretanto, ao que parece, a atual gestão alvirrubra não a entende muito bem.

Para servir de exemplo, temos aí Geninho. Nada contra sua contratação. Na verdade, treinador de maior renome prévio a passar pelo Náutico desde que este blogueiro se entende por gente. Mas, amigos, ele se constitui no quinto treinador a passar pelo Náutico em 2009.

Vários foram os fatores em 2008 para não renovarmos com Roberto Fernandes para 2009. Brigas com jogadores, insistências em atletas sem capacidade, entre outros. Entretanto, inexplicavelmente, mesmo contra a vontade de boa parte da diretoria de futebol, seu contrato foi renovado.

Passaram-se três meses e Roberto foi demitido. Obviamente, seria contratado um novo treinador para seu lugar, não é? Não. Sérgio China passou 8 jogos treinando o time, e, após uma derrota fora de casa contra o Central, nossos diretores enxergaram que ele ainda era inexperiente para a função, o que já era visto por todos os torcedores. Ele tem sim capacidade, mas não era o momento de estrear como treinador, ainda mais em um clube grande como o Clube Náutico Capibaribe.

Assim, mesmo com China comandando a equipe, a diretoria acertou com Waldemar Lemos, anunciando o treinador logo após o duelo entre Santa Cruz e o Glorioso, no Arruda. Treinador com passagem por Flamengo e Figueirense, Waldemar estava fazendo um trabalho bom nos Aflitos até que chegou uma proposta do Atlético Paranaense, e o tormento começou de vez.

Seduzido pelos valores da proposta (o dobro do valor que ganhava no Timbu), Waldemar se foi. Vale lembrar que nossa diretoria ajudou essa saída dele, ao não assinar um contrato formal com ele, mesmo com o mesmo passando 2 meses em Recife! Em seu lugar, veio Márcio Bittencourt.

Confesso que, ao analisar a passagem de Pintado em 2008 pelo Alvirrubro, pensei ter visto o pior aproveitamento de um treinador no comando do time. Errei. Márcio conseguiu a proeza de ser ainda mais desastroso, com vultosos 0% de aproveitamento. Então, exatamente um mês após sua contratação, Márcio foi demitido. E Geninho contratado.

Falando em nome da Equipe BlogdosTimbus, dou as boas vindas ao treinador. Que ele faça no Náutico trabalhos semelhantes aos feitos em Goiás, Sport e Atlético Paranaense. Que ele tenha brios e forças de tirar o Timbu dessa situação desastrosa, a lanterna do Campeonato. Que ele tenha paciência para lidar com os desmandos dessa diretoria.

Geninho pode sim ter a certeza de que, do seu lado, a torcida está. Afinal, o Protesto feito é contra o modelo de gestão do Clube Náutico Capibaribe. O time e a comissão técnica não têm nada a ver com isso.

Boa sorte, Geninho. Boa sorte, Timbu. Boa sorte, Clube Náutico Capibaribe.

Rifas continuam a ser vendidas

03/07/2009

O Blog dos Timbus, no próximo domingo, antes de Náutico Internacional, venderá as rifas em prol do CT, a partir das 14h, no bar Chocalho, em frente ao clube.

Cada rifa custa 2 reais e dá direito a sorteio de três camisas oficiais, no dia 25 de julho, no CT Wilson Campos.

Contamos com a colaboração de todos os alvirrubros.

A ausência de perspectivas

28/06/2009

Por Glauber Vasconcelos Neto

Todos os anos, no Náutico é assim: espera-se que o time chegue na Zona de Rebaixamento do Brasileirão para, então, contratações serem feitas. Embora o início de ano, com contratações mais renomadas, tenham-nos trazido outros pensamentos, o filme parece se repetir. E, dessa vez, não vejo muitas atitudes que combatam nossa crise.

Em 2007, o time estava em total desarrumação. O elenco rachado, salários atrasados, perdendo clássico de forma vergonhosa para o Sport, e ostentávamos a lanterna do certame. Então, após um protesto de parte da torcida alvirrubra, entre os quais se inclui este blogueiro, na sede do clube, as coisas começaram a mudar. Saiu PC Gusmão, Roberto Fernandes assumiu. Jogadores como Radamés, Geraldo e Ferreira foram contratados. E o time se reencontrou com as vitórias e, na penúltima rodada do torneio, salvou-se da queda à segunda divisão.

No ano seguinte, a mesma história ocorreu. Apesar de um bom início, ainda sob o comando de Roberto Fernandes, o time brigou até a última rodada para não ser rebaixado e, de fato, o feito foi alcançado. Vale lembrar que, em nossa pior fase no torneio, foram contratados jogadores como Willian, Gilmar e Clodoaldo que, por mais defeitos que tenham, ajudaram-nos demais. Quem não lembra dos gols do centroavante no duelo contra o Atlético Paranaense, em Recife?

Entretanto, confesso que 2009 me parece mais turbulento. Enquanto nos anos anteriores a diretoria movimentou-se e reformulou o elenco na primeira metade do Campeonato, não há sinais de que o mesmo está sendo feito. Desde que o campeonato começou, só dois jogadores foram anunciados – o volante Dudu Araxá e o centroavante Márcio Barros. Este jogou no primeiro semestre pelo Santa Cruz, marcando poucos gols em um campeonato de baixíssimo nível técnico como o Pernambucano. E o volante Dudu, com todo respeito, era ídolo do Democratas/MG.

Amigos, são contratações desse tipo que nos salvarão da degola? É assim que conseguiremos uma vaga na sulamericana? Nos últimos anos, o esforço despendido para consertar as falhas da equipe pareciam mais incisivos. Entretanto, até o momento, não parece que nossos diretores tenham atentado ainda para o que nos espera.

É urgente que se contrate jogadores com qualidade para o Náutico. Torço muito para os que recentemente chegaram ao Glorioso de Rosa e Silva consigam desempenhar seu máximo e nos ajudem a sair da situação desconfortável em que estamos. Afinal, ao que parece, é com esse elenco que teremos que lutar para permanecer na Série A.

Permanecer mesmo. Porque, sinceramente, não vejo o Náutico brigando por algo mais no torneio com a postura apresentada nos últimos jogos.

O que há com Daniel Gonzáles?

25/06/2009

Por Glauber Vasconcelos Neto

No dia 17 de janeiro, em uma partida envolvendo Náutico e Salgueiro, era apresentado o meia chileno Daniel Gonzáles. Contratado a peso de ouro, o jogador chegou ao Recife com status de craque. Era a peça mais cobiçada pelo rival Sport, e a diretoria tratou de trazê-lo.

Logo nos primeiros treinos, o futebol jogado por ele chamou atenção. Muita qualidade nos passes, boa finalização, essas eram as principais qualidades do meia. Assim, sua estréia passou a ser ansiosamente aguardada.

Enquanto o atleta se recuperava fisicamente, era agilizada sua regularização junto à CBF. Ocorre que, nesse momento, começaram os problemas.

O então treinador alvirrubro, Roberto Fernandes, deu entrevistas afirmando que o jogador não se empenhava para perder peso, tendo perdido apenas 2 kg em um mês. A regularização também demorou, ficando o pagamento de uma das parcelas de seu empréstimo em aberto por mais de 2 meses. Empréstimo, aliás, caro. Uma quantia de 400 mil reais para o Náutico é um tanto alta, não?

Mas, apesar de tudo isso, a situação foi normalizada e o meia ficou apto a jogar. Na época, o comandante alvirrubro já passara a ser Sérgio China, que o colocou pela primeira vez contra o Sete de Setembro, nos Aflitos.

O chileno impressionou. Jogou este e os 3 jogos subseqüentes em alto nível. Até que, após o jogo contra o Santa Cruz, no Arruda, foi anunciada a contratação de Waldemar Lemos. Este utilizou o meia em duas oportunidades apenas e, de repente, afastou-o do time alvirrubro.

Daí em diante, exceto por 45 minutos contra o Inter em Porto Alegre, Gonzáles não mais entrou em campo. A maioria da torcida estava contra o treinador, e o culpava pela não escalação de Daniel.

Com a saída de Waldemar, no início do corrente mês, criou-se a esperança de que ele pudesse voltar a jogar. E, de fato, pareceu que isso ocorreria, visto que o mesmo foi relacionado para as duas primeiras partidas de Márcio Bittencourt.

No entanto, este blogueiro foi surpreendido na noite desta quinta-feira com a notícia de que o gringo não viajou com o elenco para São Paulo a fim de jogar no próximo domingo.

Ora, amigos, está ficando bem claro que há algo errado com o jogador. Parece-me bem estranho que um jogador não seja aproveitado por dois treinadores com filosofias de trabalho e jeitos de lidar com os atletas totalmente diferentes.

Se Daniel não está satisfeito no clube, que tente entrar em acordo com a diretoria e saia. Se há alguma questão contratual pendente que o impeça de entrar em campo, que a diretoria se manifeste e dê uma posição.

O que não pode é o Náutico pagar um salário alto (cerca de R$ 50.000,00) a um jogador que nem em campo entra.

Sábado é dia de rifa!

16/06/2009

Senhores, no próximo sábado, antes do jogo Náutico x Coritiba, válido pela sexta rodada do certame nacional, a equipe do Blog dos Timbus estará, a partir das 16h, na sede social do Clube Náutico Capibaribe, vendendo as rifas já comentadas em prol do CT Wilson Campos.

Cada rifa custa apenas R$ 2,00. Serão sorteadas, em 25 de julho do corrente ano, três camisas oficiais para os que participarem da Campanha.

Peço encarecidamente o apoio de todos. A luta é árdua, sem dúvida. Mas tenho certeza que, com a ajuda de alvirrubro como os senhores e com a liderança de Ricardo Malta, este Centro de Treinamento será motivo de imenso orgulho à Nação hexa-campeã.

Substituição no Náutico: sai Waldemar, entra Bittencourt

10/06/2009

Por Glauber Vasconcelos Neto

Na noite de ontem, quando voltava a sua casa após um longo dia de trabalho, este blogueiro que ora vos escreve ficou estarrecido: Waldemar Lemos, o então treinador do Clube Náutico Capibaribe, havia trocado o Alvirrubro pelo Atlético Paranaense, em uma tarde de negociações.

A princípio, apesar de não muito boa, visto que seu trabalho ainda se encontrava no início e estava, a seu modo, dando certos frutos, tais como a valorização da nossa base, a notícia aparentava ser normal. Afinal, todos os dias treinadores são contratados por outros clubes.

Entretanto, amigos, ao ouvir os comentários dos jornalistas que noticiavam o ocorrido, um fato me chocou: o treinador, em dois meses e meio de trabalho, não tinha seu vinculo empregatício formalmente oficializado, sob a alegação de falta de tempo para fazê-lo.

Ora, colegas, isto é um descalabro! Como pode ser firmado um acordo envolvendo cifras altas entre um time de primeira divisão do futebol nacional e um treinador profissional, e este não ser levado ao papel? É inadmissível falar-se de contrato verbal em um mercado dinâmico como o futebol! Ano passado, Roberto Fernandes, por exemplo, tinha contrato com multa rescisória. Qual a grande dificuldade de fazer o mesmo com Waldemar?

Ao que parece, a mentalidade usada foi a seguinte: “Trazemos ele. Se der certo, ótimo e a gente assina. Se não, demite sem custos”. Amigos, tratar um clube assim é um absurdo! Quando se contrata um profissional, é porque se confia em seu trabalho e não na base do “vamos ver no que dá”.

Mais que isso. Estão tentando transmitir ao torcedor tranqüilidade, como se fosse indiferente essa mudança. Senhores, todo o planejamento outrora traçado foi rompido, senhores. Toda a estrutura tática que o time estava ganhando está sob risco de ser alterada.

Trocar um treinador não é como se faz com roupas. Mexe tanto com o elenco quanto com o torcedor. Não é apenas “Waldemar” que sai, e “Bittencourt” que entra, tal qual uma substituição durante uma partida de futebol. É toda uma filosofia de trabalho, um jeito de lidar com os atletas que muda.

Resta-nos, por fim, torcer. Sim, torcer para que Márcio Bittencourt dê seqüência ao trabalho deixado por Waldemar, utilize os prós por ele deixados e altere os erros. Só assim para que a mudança seja, de fato, assimilável.

Boa sorte Bittencourt, o ano do Náutico está, de repente, em suas mãos.

A importância da exploração da marca do clube

08/06/2009

Por Thiago de Araújo

Agora há pouco, soube da notícia de que a Timbushop, loja oficial do Clube Náutico Capibaribe (porém, não gerida por seus diretores, deixe-se claro, mas sim por empresários bastante competentes), construirá dois novos pontos de venda nos próximos meses: um quiosque no Shopping Center Recife e outro no Shopping Tacaruna.

A notícia é das mais animadoras que já vi, desde que acompanho o Náutico. E a razão é simples.

Historicamente, sempre fomos um clube famoso nacionalmente, com uma torcida de tamanho relevante no cenário nacional (embora estejamos longe de ser uma das maiores). Ainda que tenhamos experimentado um período de “apagão”, especialmente na década de 90, quando chegamos a disputar a Série C, raro é o torcedor de futebol que nunca ouviu falar no Náutico.

Essa conjuntura tem um significado muito importante: temos um potencial enorme para gerar dinheiro através da exploração da nossa marca. Mesmo sendo, reconhecidamente, a terceira maior torcida do estado de Pernambuco, a quantidade de alvirrubros aptos a gastar dinheiro com uma de suas paixões, o Náutico, é enorme. Assim como também é muito grande a vontade de um mesmo alvirrubro gastar muitas vezes com o seu clube.

É por esse motivo que a exploração da parceria Náutico-Water, que culminou com a criação da Timbushop, só tem de ser estimulada, em todos os aspectos. O clube ganha uma porcentagem das vendas da loja e esta, em troca, investe em produtos licenciados os mais diversos, que despertam o interesse do torcedor alvirrubro. São inúmeras as ocasiões em que o adepto sai de casa para o jogo do Timbu, sem ter a mínima intenção de comprar; após visitar rapidamente a Timbushop, no entanto, encantado com a variedade de produtos e a organização do serviço, bem como motivado pelo sentimento de amor ao clube, muitas vezes consome produtos licenciados – gera, portanto renda ao Náutico.

É com grande empolgação que encaro essa expansão da Timbushop e torço para que se concretize – e não se resuma apenas a palavras. A TimbuCoffee, expansão da Timbushop, até agora ficou só no falatório, não sei por que motivos – talvez, tenha-se preferido focar na expansão ora anunciada. De qualquer maneira, aguardemos, pois o que vem da Timbushop, hoje, já traz a certeza de credibilidade e profissionalismo ao torcedor Timbu.

“O Náutico só tem 20% de Reynaldo”

05/06/2009

Por Glauber Vasconcelos Neto

Estava este blogueiro relendo a entrevista do Presidente Maurício Cardoso ao Blog do Roberto para verificar a parte em que ele fala sobre a Champs quando, de repente, me deparo com isto, ao serem citados nomes dos jogadores da base: “E o Reynaldo?”, pergunta Roberto Vieira. “Temos 20% dos direitos do atleta”.

Amigos, tive que ler e reler inúmeras vezes o percentual mencionado para acreditar. Quando houve esse repasse de 80% ao Anderlecht? Mais que isso: como ninguém ficou sabendo do assunto?

Isso é deprimente, senhores. Quanto rendeu ao clube essa negociação? O jogador é cria de nossa base! Gastamos os tubos de dinheiro em sua formação. Como pode, de repente, um clube belga ter 80% de seus direitos, e ficarmos a ver navios.

Recebemos alguma compensação por essa transação? Se sim, excelente. Mas como foi aplicado? Temos que ficar vigilantes! Entretanto, caso não tenhamos recebido, esses senhores que hoje estão a frente do Clube Náutico Capibaribe terão ultrapassado todos os limites da incompetência.

Teremos resposta a isso? Muito difícil. Nem aos conselheiros as respostas saem facilmente, quanto mais a um Blog que analisa criticamente a gestão.

Mas temos que apurar, investigar. É nosso patrimônio que está em jogo.

Um lampejo de Marketing

04/06/2009

Por Glauber Vasconcelos Neto

Desde que foi anunciada a parceria do Alvirrubro com a Hipercard, era esperado que fosse esquematizado um plano de sócios que poderia ser pago através do cartão de crédito.

Cinco meses se passaram desde a assinatura do acordo até que, finalmente, foi hoje anunciada a possibilidade de se pagar a mensalidade do Glorioso pelo Hipercard. Além disso, pode-se optar por já parcelar 10 mensalidades em 10 meses, com desconto de dez por cento.

Boa iniciativa do Náutico. Comodidade e conforto são essenciais para angariar mais sócios. Resta torcer que isso não dure apenas até o final do ano.